<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title>Contraforma</title>
	<atom:link href="http://contraforma.wordpress.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://contraforma.wordpress.com</link>
	<description>peças de um quebra-cabeça em espiral</description>
	<lastBuildDate>Sun, 19 Feb 2012 16:23:07 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
<cloud domain='contraforma.wordpress.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://s2.wp.com/i/buttonw-com.png</url>
		<title>Contraforma</title>
		<link>http://contraforma.wordpress.com</link>
	</image>
	<atom:link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" href="http://contraforma.wordpress.com/osd.xml" title="Contraforma" />
	<atom:link rel='hub' href='http://contraforma.wordpress.com/?pushpress=hub'/>
		<item>
		<title>Enter the Shadows (1992-93) e a consolidação do gótico paulistano</title>
		<link>http://contraforma.wordpress.com/2012/02/06/enter-the-shadows/</link>
		<comments>http://contraforma.wordpress.com/2012/02/06/enter-the-shadows/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 10:49:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cid Vale Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projeto Trashland]]></category>
		<category><![CDATA[black sundays compilation]]></category>
		<category><![CDATA[DJ]]></category>
		<category><![CDATA[gótico]]></category>
		<category><![CDATA[goth]]></category>
		<category><![CDATA[gothic]]></category>
		<category><![CDATA[projeto black sundays]]></category>
		<category><![CDATA[projeto pandora]]></category>
		<category><![CDATA[Tonyy]]></category>
		<category><![CDATA[underground]]></category>
		<category><![CDATA[zine]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://contraforma.wordpress.com/?p=318</guid>
		<description><![CDATA[O Projeto Trashland continua a entrevistar os expoentes da cena gótica paulista, reunindo documentos e depoimentos que contam sua história e ajudam a preservá-la. A cada nova entrevista, selecionaremos um pequeno trecho e o publicaremos aqui, como amostra do que está por vir. O vídeo deste post traz um trecho da entrevista cedida pelo DJ [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contraforma.wordpress.com&amp;blog=23369401&amp;post=318&amp;subd=contraforma&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_320" class="wp-caption alignleft" style="width: 490px"><a href="http://contraforma.files.wordpress.com/2012/02/exgotico.gif"><img class="size-full wp-image-320" title="" src="http://contraforma.files.wordpress.com/2012/02/exgotico.gif?w=497" alt=""   /></a><p class="wp-caption-text">Sou DJ, produtor de eventos, arquiteto frustrado... ex-gótico!</p></div>
<p>O <a href="http://contraforma.wordpress.com/category/projeto-trashland/" target="_blank">Projeto Trashland</a> continua a entrevistar os expoentes da cena gótica paulista, reunindo documentos e depoimentos que contam sua história e ajudam a preservá-la. A cada nova entrevista, selecionaremos um pequeno trecho e o publicaremos aqui, como amostra do que está por vir.</p>
<p>O vídeo deste <em>post</em> traz um trecho da entrevista cedida pelo DJ Tonyy, mais especificamente os trechos nos quais ele comenta o zine Enter the Shadows, peça seminal na consolidação da subcultura gótica paulista.</p>
<p>Ativo entre agosto de 1992 e maio de 1993, o zine teve cinco edições que ajudaram a definir o &#8220;cânone&#8221; gótico paulistano e o modo como a a subcultura era vista por seus próprios integrantes.</p>
<p><span id="more-318"></span><a href="http://contraforma.files.wordpress.com/2012/02/ets01.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-357" style="border-color:initial;border-style:initial;" title="Enter the Shadows n. 3" src="http://contraforma.files.wordpress.com/2012/02/ets01.jpg?w=216&#038;h=300" alt="" width="216" height="300" /></a>Como se não bastasse, Tonyy vem trabalhando como DJ desde 1985 (começando como convidado em casas como Ácido Plástico e Estação Madame Satã e depois como residente em casas como Treibhaus, Vírus e Armageddon). Várias de suas iniciativas merecem menção: o Projeto Black Sundays organizou eventos de caráter mais cultural e lançou coletâneas indispensáveis em <a href="http://rodheltir.blogspot.com/2011/02/black-sundays-morbid-i.html" target="_blank">K7</a>, <a href="http://blogdotonyy.blogspot.com/2012/02/sobre-djs-fanzines-e-coletaneas.html" target="_blank">vinil e CD</a>, enquanto o Projeto Pandora (do qual Tonyy foi cofundador) levava bandas, exposições, zines e performances ao Madame Satã Night Club.</p>
<p>Atualmente, ele está à frente da <a href="http://www.trash80s.com.br/" target="_blank">Trash 80&#8242;s</a> (festa que lhe rendeu a pecha de &#8220;ex-gótico&#8221;, algo de que ele sempre se lembra entre gargalhadas) e da <a href="http://festaneonlights.blogspot.com/" target="_blank">Neon Lights</a> (que mescla <em>hits</em> dos anos 80 e bandas atuais). Como músico, Tonyy foi vocalista das bandas <a href="http://www.carcasse.com/mp3/audio/000600.php" target="_blank">Arcane</a> e <a href="http://www.carcasse.com/mp3/audio/000149.php" target="_blank">Der Kalte Stern</a>.</p>
<h3 style="text-align:center;"><strong>O zine</strong></h3>
<p><a href="http://contraforma.files.wordpress.com/2012/02/21.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-330" title="Dj Tonyy" src="http://contraforma.files.wordpress.com/2012/02/21.jpg?w=497" alt=""   /></a>Naquela época em que circulavam mais lendas do que informações a respeito das principais bandas góticas, o Enter the Shadows apresentava biografias extensas. As canções que os DJs consagravam nas pistas tinham suas letras estampadas e traduzidas, e resenhas de material lançado havia poucos meses ajudavam a atualizar o repertório dos leitores.</p>
<p>Além disso, havia uma preocupação genuína em fortalecer os pilares conceituais da cena, muitas vezes estabelecendo distinções entre o gótico e o <em>punk</em>, do qual a subcultura se originou. Entre os exemplos dessa postura, poderíamos citar a opção pelas expressões &#8220;<em>gothic tendencies</em>&#8221; e &#8220;universo gótico&#8221; em vez de &#8220;movimento gótico&#8221; e as soluções gráficas: impressão em <em>offset</em> em vez de fotocópia e diagramação computadorizada em vez da fórmula &#8220;máquina de escrever, tesoura e cola&#8221;.</p>
<p>Já se passaram quase 20 anos desde seu lançamento, e a cada ano fica mais difícil encontrar coleções completas e exemplares em boa qualidade, razão pela qual decidimos digitalizar as cinco edições do zine e disponibilizá-las por aqui. Trata-se de um presente às novas gerações e um tributo à cena gótica paulistana, que agora poderá revisitar um de seus maiores patrimônios.</p>
<h3 style="text-align:center;"><strong>Entrevista</strong></h3>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://contraforma.wordpress.com/2012/02/06/enter-the-shadows/"><img src="http://img.youtube.com/vi/eS0wmETDlxk/2.jpg" alt="" /></a></span>
<h3 style="text-align:center;"><em><strong>Download</strong></em></h3>
<p><a href="http://contraforma.files.wordpress.com/2012/02/enter_the_shadows_1.pdf" target="_blank">Enter the Shadows – Gothic Tendencies Magazine – número 1 (PDF, 18,4 MB)</a><br />
(<a href="http://issuu.com/cidvale/docs/enter_the_shadows_1" target="_blank">folheie a primeira edição</a>)<br />
<a href="http://contraforma.files.wordpress.com/2012/02/enter_the_shadows_2.pdf" target="_blank">Enter the Shadows – Gothic Tendencies Magazine – número 2 (PDF, 25,3 MB)</a><a href="http://contraforma.files.wordpress.com/2012/02/enter_the_shadows_2.pdf" target="_blank"><br />
</a><a href="http://contraforma.files.wordpress.com/2012/02/enter_the_shadows_3.pdf" target="_blank">Enter the Shadows – Gothic Tendencies Magazine – número 3 (PDF, 40,3 MB)</a><a href="http://contraforma.files.wordpress.com/2012/02/enter_the_shadows_3.pdf" target="_blank"><br />
</a><a href="http://contraforma.files.wordpress.com/2012/02/enter_the_shadows_4.pdf" target="_blank">Enter the Shadows – Gothic Tendencies Magazine – número 4 (PDF, 30,5 MB)</a><a href="http://contraforma.files.wordpress.com/2012/02/enter_the_shadows_4.pdf" target="_blank"><br />
</a>Enter the Shadows – Gothic Tendencies Magazine – número 5 (em breve)</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/contraforma.wordpress.com/318/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/contraforma.wordpress.com/318/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/contraforma.wordpress.com/318/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/contraforma.wordpress.com/318/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/contraforma.wordpress.com/318/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/contraforma.wordpress.com/318/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/contraforma.wordpress.com/318/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/contraforma.wordpress.com/318/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/contraforma.wordpress.com/318/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/contraforma.wordpress.com/318/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/contraforma.wordpress.com/318/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/contraforma.wordpress.com/318/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/contraforma.wordpress.com/318/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/contraforma.wordpress.com/318/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contraforma.wordpress.com&amp;blog=23369401&amp;post=318&amp;subd=contraforma&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://contraforma.wordpress.com/2012/02/06/enter-the-shadows/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>18</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/2a4ce2016da261b8fb3e6aab2b2c88b9?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">cidvale</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://contraforma.files.wordpress.com/2012/02/exgotico.gif" medium="image" />

		<media:content url="http://contraforma.files.wordpress.com/2012/02/ets01.jpg?w=216" medium="image">
			<media:title type="html">Enter the Shadows n. 3</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://contraforma.files.wordpress.com/2012/02/21.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Dj Tonyy</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>White Light Lametta anuncia seu álbum de estreia</title>
		<link>http://contraforma.wordpress.com/2011/11/24/white-light-lametta/</link>
		<comments>http://contraforma.wordpress.com/2011/11/24/white-light-lametta/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 04:44:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cid Vale Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Trashland]]></category>
		<category><![CDATA[corey gorey]]></category>
		<category><![CDATA[deathrock]]></category>
		<category><![CDATA[electro]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[goth]]></category>
		<category><![CDATA[gothic]]></category>
		<category><![CDATA[julia ghoulia]]></category>
		<category><![CDATA[new york]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[white light lametta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://contraforma.wordpress.com/?p=257</guid>
		<description><![CDATA[Sediado em São Paulo desde o ano passado, o duo de electro White Light Lametta faz os últimos ajustes para lançar Take It Off Or Put It On, seu álbum de estreia. Previsto para o fim de novembro, o registro trará 11 ou 12 faixas, incluindo material inédito gravado em São Paulo e as quatro canções do EP [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contraforma.wordpress.com&amp;blog=23369401&amp;post=257&amp;subd=contraforma&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_259" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/11/gif1.gif"><img class="size-full wp-image-259" title="" src="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/11/gif1.gif?w=497" alt=""   /></a><p class="wp-caption-text">— Proud to be goth! — Oh, he&#039;ll regret this.</p></div>
<p style="text-align:justify;">Sediado em São Paulo desde o ano passado, o duo de electro White Light Lametta faz os últimos ajustes para lançar <em>Take It Off Or Put It On</em>, seu álbum de estreia. Previsto para o fim de novembro, o registro trará 11 ou 12 faixas, incluindo material inédito gravado em São Paulo e as <a href="http://wllametta.blogspot.com/p/audio.html" target="_blank">quatro canções do EP gravado em Nova York</a>. Os formatos finais ainda não foram confirmados (versões em CD e até em LP foram cogitadas), mas é certo que o lançamento será disponibilizado para <em>download</em> no <a href="http://whitelightlametta.com" target="_blank"><em>site</em> oficial da banda</a>.</p>
<p><span id="more-257"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Formado pela paulistana Julia Ghoulia (Nocturne/Sleepless e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=OApxVLpYlpQ" target="_blank">The Naked and The Dead</a>) e pelo novaiorquino Corey Gorey (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=G5pfpuMLB-4" target="_blank">The Brickbats</a>), o White Light Lametta vem apresentado seu &#8220;gótico de gente grande&#8221; nas cidades natais do casal desde 2009. A referência pode ser recente, mas não se trata de novatos. O início dessa parceria data de 2002, época em que passaram a tocar no <a href="http://www.youtube.com/watch?v=_rKSP19M664" target="_blank">The Brides</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">A veia <em>dark </em>evidenciada nessas trajetórias não passa despercebida em seus <a href="http://wllametta.blogspot.com/p/video.html" target="_blank">trabalhos atuais</a>, que incluem até mesmo uma &#8220;ode à cena gótica de São Paulo&#8221;, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=NgRIMKpT-_I" target="_blank">&#8220;Oh-Oh (Fogo na pista)&#8221;</a>, cantada em português com referências nostálgicas a casas como Retrô, Madame Satã, Gotham, Armageddon, H<em>œ</em>llisch e Urbania.</p>
<p style="text-align:justify;">Essas e outras informações sobre o White Light Lametta e o <a href="http://www.umbrellabrigade.com" target="_blank">Umbrella Brigade</a> (que também conta com a participação de Corey) foram registradas na gravação do piloto do <a href="http://www.youtube.com/user/ProjetoTrashland" target="_blank">Projeto Trashland</a>, que pretende reunir depoimentos de expoentes da cena gótica paulista. Seguem as duas primeiras amostras dessa nova empreitada.</p>
<h3 style="text-align:center;"><strong>Entrevista</strong></h3>
<p style="text-align:left;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://contraforma.wordpress.com/2011/11/24/white-light-lametta/"><img src="http://img.youtube.com/vi/STxxATWorQY/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<h3 style="text-align:center;"><strong>Bônus (</strong><span style="text-align:left;">&#8220;Enemy Enemy&#8221; ao vivo no Container)</span></h3>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://contraforma.wordpress.com/2011/11/24/white-light-lametta/"><img src="http://img.youtube.com/vi/aKFZg7A8hGg/2.jpg" alt="" /></a></span>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/contraforma.wordpress.com/257/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/contraforma.wordpress.com/257/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/contraforma.wordpress.com/257/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/contraforma.wordpress.com/257/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/contraforma.wordpress.com/257/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/contraforma.wordpress.com/257/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/contraforma.wordpress.com/257/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/contraforma.wordpress.com/257/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/contraforma.wordpress.com/257/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/contraforma.wordpress.com/257/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/contraforma.wordpress.com/257/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/contraforma.wordpress.com/257/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/contraforma.wordpress.com/257/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/contraforma.wordpress.com/257/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contraforma.wordpress.com&amp;blog=23369401&amp;post=257&amp;subd=contraforma&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://contraforma.wordpress.com/2011/11/24/white-light-lametta/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/2a4ce2016da261b8fb3e6aab2b2c88b9?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">cidvale</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/11/gif1.gif" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>This is Drop Dead (2011): flagrantes do underground</title>
		<link>http://contraforma.wordpress.com/2011/06/24/this-is-drop-dead/</link>
		<comments>http://contraforma.wordpress.com/2011/06/24/this-is-drop-dead/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 20:55:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cid Vale Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[2006]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[baby turns blue productions]]></category>
		<category><![CDATA[daniel jones]]></category>
		<category><![CDATA[deathrock]]></category>
		<category><![CDATA[drop dead festival]]></category>
		<category><![CDATA[drop dead IV]]></category>
		<category><![CDATA[gótico]]></category>
		<category><![CDATA[gothic rock]]></category>
		<category><![CDATA[jessica gallant]]></category>
		<category><![CDATA[nova york]]></category>
		<category><![CDATA[paul devine]]></category>
		<category><![CDATA[this is drop dead]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://contraforma.wordpress.com/?p=79</guid>
		<description><![CDATA[Surgido em 2003, o Drop Dead Festival foi concebido como um festival nova-iorquino de deathrock. Desde então, muita coisa mudou. Em 2007, o festival migrou para a Europa (Praga, Portugal e Lituânia já sediaram edições do evento), e a proposta inicial foi ampliada para incluir estilos musicais afins, exposições artísticas, exibições cinematográficas e oficinas que promovem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contraforma.wordpress.com&amp;blog=23369401&amp;post=79&amp;subd=contraforma&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/06/drop-dead1.jpg"><img class="alignright  wp-image-130" title="This is Drop Dead (capa)" src="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/06/drop-dead1.jpg?w=330&#038;h=473" alt="" width="330" height="473" /></a>Surgido em 2003, o <a href="http://www.dropdeadfestival.com/" target="_blank">Drop Dead Festival</a> foi concebido como um festival nova-iorquino de <em>deathrock. </em>Desde então, muita coisa mudou. Em 2007, o festival migrou para a Europa (Praga, Portugal e Lituânia já sediaram edições do evento), e a proposta inicial foi ampliada para incluir estilos musicais afins, exposições artísticas, exibições cinematográficas e oficinas que promovem a cultura do &#8220;faça você mesmo&#8221;. Como se não bastasse, o <a href="http://nydecay.com/" target="_blank">núcleo que o organiza</a> edita uma <a href="http://www.dropdeadmagazine.com/" target="_blank">revista</a> espetacular.</p>
<p>Diferentemente de outros festivais alternativos de maior porte, o <strong>Drop Dead Festival</strong> não comercializa registros em vídeo de suas atrações, mas um documentário amador acaba de preencher essa lacuna. Produzido por Brent Johnson e Jessica Gallant, <em>This is Drop Dead</em> está agora disponível em DVD. Ao todo, são quase duas horas de filmagem, que reúnem entrevistas, cenas de bastidores e 22 apresentações de bandas de diversos estilos. Além disso, há extras com o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=dXsEhCdjfbc" target="_blank">trailer</a>, com cenas excluídas e com mais duas <em>performances</em> que apresentaram problemas de captação do áudio (pelas bandas Entertainment e Cinema Strange).</p>
<p>Filmado com apenas duas câmeras na quarta edição do festival (em 2006), <em>This is Drop Dead </em>levou cinco anos pra ser editado. Tal precariedade obviamente acarreta desvantagens. Faltam informações básicas, como o título das canções apresentadas, por exemplo. Tirando isso, cada segundo escolhido para compor a edição final se consolida como testemunho raro tanto do evento em si quanto do <em>Zeitgeist </em>da cena <em>deathrocker</em> de meados da década de 2000. Para adquiri-lo, basta enviar U$ 16.00 (frete internacional incluído) via <a href="www.paypal.com" target="_blank">PayPal</a> para a conta de Jessica Gallant (<a href="mailto:filmgal@roadrunner.com">filmgal@roadrunner.com</a>).</p>
<p><span id="more-79"></span></p>
<div id="attachment_122" class="wp-caption aligncenter" style="width: 500px"><a href="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/06/cinema1.gif"><img class="size-full wp-image-122" title="Cinema Strange" src="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/06/cinema1.gif?w=497" alt=""   /></a><p class="wp-caption-text">Cinema Strange</p></div>
<h3 style="text-align:center;"><em><strong>Line-up</strong></em></h3>
<p style="text-align:left;">Das 66 bandas que tocaram no festival, o documentário selecionou trechos destas 22 apresentações.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:left;"><strong>Din Glorious • The Opposite Sex • Loto Ball Show • Siiiii • Lene Lovich • Ausgang • Cinema Strange • Ex-Voto • Big Ravi • Mortal Clay • Greg Phoenix • Blitzkid • Veronique Diabolique • The New Minority • Ausgang • Bell Hollow • Submarine Fleet • Signal and Report • Deadfly Ensemble • Bomémien • The Lene Lovich Experience • Din Glorious</strong></p>
</blockquote>
<h3 style="text-align:center;"><strong>Destaques:<em> This is Drop Dead</em> no tabuleiro</strong></h3>
<p>Enquanto buscava um critério menos óbvio para apontar destaques do <em>line-up</em>  do <em>This is Drop Dead</em>, acabei me perguntando: por que não avaliar as bandas como peças de xadrex? Não resisti, e foi <em>exatamente</em> o que resolvi fazer!</p>
<ul>
<li>Poderíamos começar pelas <em>torres</em>: das 22 bandas selecionadas, aquelas com raízes nos anos 80  fornecem uma credibilidade indiscutível ao festival. Nesse sentido, os ingleses do <a href="http://siiiii.co.uk/" target="_blank">Siiiii</a> e os italianos do <a href="http://www.bohemien.net/" target="_blank">Bohémien</a> representam o <em>rock</em> gótico executado com maestria, com a vantagem de  jamais terem sido desgastados pela superexposição midiática.</li>
<li>Se as torres são pilares de sustentação fincados no passado, os <em>cavalos</em> seriam aqueles que &#8220;não se movem como os demais&#8221;. Dessa forma, o<em> dark cabaret</em> do <a href="http://www.thedeadflyensemble.com/" target="_blank">The Deadfly Ensemble</a> e o caos performático do <a href="http://www.nydecay.com/dinglorious/" target="_blank">Din Glorious</a> são responsáveis por boa parte da imprevisibilidade da seleção.</li>
<li>Se tomarmos como <em><em>bispos</em></em> as bandas que incorporam a &#8220;alma&#8221; do <strong>Drop Dead Festival</strong>, seria impossível não lembrar do <a href="http://cinemastrange.net/" target="_blank">Cinema Strange</a>, reconhecido por sua releitura teatral do estilo <em>batcave</em>, e do <a href="http://www.myspace.com/signalandreport">Signal and Report</a>, com sua mescla de <em>cold wave</em> e <em>indie</em>. Assim como o festival, eles atualizam e dão sobrevida a antigas facetas do <em>underground</em>.</li>
<li>Não é o caso de apontar as demais bandas como meros <em>peões</em>, mas só restam duas vagas. A <em>rainha</em> só poderia ser <a href="http://www.myspace.com/50847998" target="_blank">Lene Lovich</a>, com sua presença magnética (sua primeira <em>performance</em> contou até com um teremim no palco). Já a banda-<em>rei</em>, sem dúvida, seria o <a href="http://www.myspace.com/ausganguk" target="_blank">Ausgang</a>, que permanece plenamente convincente e merece o destaque recebido no <a href="http://www.youtube.com/watch?v=dXsEhCdjfbc" target="_blank"><em>trailer</em> oficial do festival</a>.</li>
</ul>
<h3 style="text-align:center;"><strong>Depoimentos exclusivos ao Contraforma</strong></h3>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 500px"><a href="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/06/siiiii1.gif"><img class="size-full wp-image-89" title="Siiiii" src="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/06/siiiii1.gif?w=497" alt=""   /></a><p class="wp-caption-text">Siiiii</p></div>
<blockquote><p>&#8220;A diferença mais marcante entre o <strong>Drop Dead Festival</strong> e todos os outros é o entusiasmo! Antes, as pessoas pareciam quase envergonhadas de se divertir e, a não ser que bandas como Bauhaus ou The Virgin Prunes estivessem tocando, elas se amontoavam em pequenos grupos fazendo cara feia. Acho que esta geração percebeu que &#8216;tudo não passa de música&#8217; e está aí para curtir, enquanto o lance &#8216;gótico&#8217; nos anos 80 era mais uma postura política. O lado ruim disso são os &#8216;pseudos&#8217; e as figurinhas carimbadas da cena que fazem rios de dinheiro explorando bandas numa tentativa desesperada de se tornar um &#8216;rostinho conhecido&#8217;, mas isso sempre rolou.&#8221;</p>
<p style="text-align:right;"><em>Paul Devine</em> (Siiii, Niceville e Deep Valley Orgasm).</p>
</blockquote>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 500px"><a href="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/06/jam.gif"><img class="size-full wp-image-118" title="Din Glorious" src="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/06/jam.gif?w=497" alt=""   /></a><p class="wp-caption-text">Din Glorious</p></div>
<blockquote><p>&#8220;Para mim, o <strong>Drop Dead</strong> é único porque ele não é <em>uma</em> coisa. Muitos festivais, sejam eles de <em>indie</em>, <em>hip-hop</em>, <em>house</em>, enfim, são muito bitolados em relação a suas atrações (uma exceção é o incrível Primavera, no qual você pode ver tanto Swans e PJ Harvey quanto Odd Future, no mesmo espaço). O <strong>Drop Dead</strong> não é assim. Se o <strong>Drop Dead</strong> segue algum tipo de fórmula, seria &#8216;a música que a Polina acha interessante&#8217;. Dessa forma, você pode vir e ver algo mais experimental, ou algo enérgico que o faz dançar, ou algo que o faz berrar, ou qualquer outra coisa que você jamais tenha imaginado. Eu gosto disso, a gente precisa de novidade e variedade na vida. O <strong>Drop Dead</strong> é sombrio, mas ele não privilegia nenhuma sombra específica; em vez de buscar a modinha adolescente mais recente, tudo gira em torno da arte e da comunidade do &#8216;faça você mesmo&#8217; e do amor pela música. Acho que muita gente não entende isso, o que é uma puta pena, mas sei que quem vem sempre se diverte, então acaba sendo legal do mesmo jeito.&#8221;</p>
<p style="text-align:right;"><em>Daniel Jones</em> (ex-Din Glorious, <a href="http://guccigoth.tumblr.com/">Gucci Goth</a>, <a href="http://betterthansexblog.tumblr.com/">Better Than Sex</a>).</p>
</blockquote>
<h3 style="text-align:center;"><strong>Entrevista com Jessica Gallant</strong></h3>
<p><strong>Contraforma – <em>This is Drop Dead</em> é um grande exemplo da cultura do &#8220;faça você mesmo&#8221;. Você poderia nos contar um pouco sobre como foi tocar esse projeto do planejamento ao lançamento?</strong></p>
<blockquote>
<div id="attachment_110" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><a href="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/06/jessica21.jpg"><img class="size-full wp-image-110" title="Jessica Gallant" src="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/06/jessica21.jpg?w=497" alt=""   /></a><p class="wp-caption-text">Jessica Gallant</p></div>
<p><em>Jessica – A ideia por trás do documentário surgiu inicialmente como uma discussão no fórum do Deathrock.com. Comentei que queria comprar uma câmera HDV para gravar um filme de horror que teria bandas locais na trilha sonora, algo parecido com </em>A volta dos mortos-vivos<em>, cuja trilha trazia bandas do </em>punk<em> e do </em>deathrock<em>. (Aliás, devo salientar que sou cineasta profissional e já filmei quatro ou cinco filmes de horror.)</em></p>
<p><em>Brent Johnson (<a href="http://www.theatreofice.com/">Theatre of Ice</a>) era um membro do fórum e gostou da ideia. Porém, quando descobrimos que o <strong>Drop Dead Festival</strong> de 2006 seria o último a ser realizado nos Estados Unidos, decidimos fazer um documentário sobre ele.</em></p></blockquote>
<p><strong>C. – Sobre a seleção: foram peneiradas 22 apresentações de um total de 66. Como você as escolheu?</strong></p>
<blockquote><p><em>J. – Como havia apenas dois de nós, o que limitou o que poderíamos cobrir, decidimos filmar as bandas do palco principal na sexta, no primeiro dia do festival; as bandas do segundo palco no sábado; e então voltar ao palco principal no domingo para o terceiro e último dia do festival. No sábado, subimos ao palco principal e filmamos um </em>show<em> fantástico de uma das bandas de</em> psychobilly<em>, mas eles não quiseram aparecer no documentário, o que me chateou demais. Eu queria que tivéssemos conseguido cobrir mais bandas, mas, com apenas duas pessoas (geralmente cansadas e famintas), não pudemos dar conta de dois palcos ao mesmo tempo. O procedimento comum seria utilizar no mínimo quatro ou cinco operadores de câmera e um engenheiro de som para as apresentações, e provavelmente outro câmera e outro responsável pelo som para as filmagens dos bastidores.</em></p>
<p><em>De qualquer forma, tentei conseguir material adicional. Havia mais gente com câmeras no festival, e tentei contatá-las, mas não obtive resposta. Fico triste de tantas bandas terem ficado de fora, mas foi fisicamente impossível estar em dois lugares ao mesmo tempo.</em></p></blockquote>
<p><strong>C. – Você planejou algo para o material captado que não entrou no documentário?</strong></p>
<blockquote><p><a href="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/06/logo.png"><img class="alignleft size-full wp-image-155" style="margin:15px;" title="Drop Dead Festival IV (logo)" src="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/06/logo.png?w=497" alt=""   /></a><em>J. – Infelizmente, precisei cortar muito material da edição final (entrevistas, cenas de bastidores, extras e todas as fotos que tiramos do festival) para conseguirmos espremer tudo em um DVD de camada simples. Tive inúmeros problemas tentando criar um DVD de dupla camada confiável o suficiente para servir de matriz, e esse problema atrasou o documentário em cinco ou seis meses. Acabamos decidindo por reduzir o documentário até que ele coubesse em uma só camada.</em></p>
<p><em>Quem sabe um dia, quando eu tiver o conforto financeiro necessário, eu reedite o documentário inteiramente e lance uma &#8220;versão da diretora&#8221;, mas esse é um plano para outro momento – isso custa tempo e dinheiro. Prefiro começar um novo documentário sobre a cena </em>deathrocker<em> de Los Angeles para apresentar alguns dos agitadores culturais, clubes, eventos e bandas incríveis que temos aqui na Costa Oeste.</em></p></blockquote>
<p><strong>C. – Como os clientes de fora dos EUA podem encomendar cópias do DVD?</strong></p>
<blockquote><p><em>J. – Por enquanto, é possível comprar o documentário diretamente de mim por U$ 12.00 mais U$ 4.00 de frete internacional. Basta enviar-me os U$ 16.00 via PayPal (<a href="mailto:filmgal@roadrunner.com">filmgal@roadrunner.com</a>).</em></p></blockquote>
<h3 style="text-align:center;"><strong>Trailer</strong></h3>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://contraforma.wordpress.com/2011/06/24/this-is-drop-dead/"><img src="http://img.youtube.com/vi/dXsEhCdjfbc/2.jpg" alt="" /></a></span>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/contraforma.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/contraforma.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/contraforma.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/contraforma.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/contraforma.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/contraforma.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/contraforma.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/contraforma.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/contraforma.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/contraforma.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/contraforma.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/contraforma.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/contraforma.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/contraforma.wordpress.com/79/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contraforma.wordpress.com&amp;blog=23369401&amp;post=79&amp;subd=contraforma&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://contraforma.wordpress.com/2011/06/24/this-is-drop-dead/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/2a4ce2016da261b8fb3e6aab2b2c88b9?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">cidvale</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/06/drop-dead1.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">This is Drop Dead (capa)</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/06/cinema1.gif" medium="image">
			<media:title type="html">Cinema Strange</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/06/siiiii1.gif" medium="image">
			<media:title type="html">Siiiii</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/06/jam.gif" medium="image">
			<media:title type="html">Din Glorious</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/06/jessica21.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Jessica Gallant</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/06/logo.png" medium="image">
			<media:title type="html">Drop Dead Festival IV (logo)</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Natimorto (2009): entre o útero e a forca</title>
		<link>http://contraforma.wordpress.com/2011/05/24/natimorto-2009-entre-o-utero-e-a-forca/</link>
		<comments>http://contraforma.wordpress.com/2011/05/24/natimorto-2009-entre-o-utero-e-a-forca/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 May 2011 01:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cid Vale Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema e vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[machline]]></category>
		<category><![CDATA[mutarelli]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[natimorto]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[spoladore]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://contraforma.wordpress.com/?p=49</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Quadrinista trabalha demais e não tem retorno nenhum&#8221;, afirmou Lourenço Mutarelli ao comentar seu afastamento das HQs. Aqueles que amaldiçoaram o tratamento que o país dispensa aos seus autores, porém, já não têm do que reclamar: a verve maldita de Mutarelli continua gerando iguarias. Respeitadíssimo no underground pela virulência de suas HQs, o artista se [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contraforma.wordpress.com&amp;blog=23369401&amp;post=49&amp;subd=contraforma&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Quadrinista trabalha demais e não tem retorno nenhum&#8221;, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=a1IyPFFhsis" target="_blank">afirmou Lourenço Mutarelli</a> ao comentar seu afastamento das HQs. Aqueles que amaldiçoaram o tratamento que o país dispensa aos seus autores, porém, já não têm do que reclamar: a verve maldita de Mutarelli continua gerando iguarias.</p>
<p><a href="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/05/poster.jpg"><img class="size-full wp-image-51 alignright" style="margin-left:25px;margin-right:25px;" title="Natimorto (2009) - Pôster" src="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/05/poster.jpg?w=497" alt=""   /></a></p>
<p>Respeitadíssimo no <em>underground </em>pela virulência de suas HQs, o artista se consolidou como romancista e vem progressivamente conquistando espaço no cinema. Primeiro, tivemos as animações de <em>Nina</em> (2004) e a adaptação de seu romance <em>O cheiro do ralo</em> (2006). Agora, o circuito comercial recebe <em>Natimorto</em> (2009), filme de estreia do diretor Paulo Machline, que adapta seu romance<em> O natimorto</em>: um musical silencioso.</p>
<p>No longa, um caça-talentos (o próprio Mutarelli) recebe uma cantora (Simone Spoladore) em São Paulo, com a promessa de apresentá-la a um maestro. A chegada dela, porém, põe seu casamento em cheque, e o agente propõe à cantora algo inusitado: embora mal se conhecessem, eles dividiriam um quarto de hotel do qual ele decide não sair mais, deixando para trás uma profissão, uma esposa (Betty Gofman) e todo o asco que o mundo lhe inspirava.</p>
<p>Surpreendida, a cantora busca um &#8220;meio termo&#8221;: ela poderia deixar o quarto quando bem entendesse e não teria nenhuma obrigação conjugal com o agente que se considera assexuado. Dessa forma, no quarto esfumaçado pelos cigarros acesos quase ininterruptamente, firma-se o pacto que fundamenta um dos filmes nacionais mais instigantes já produzidos.</p>
<p><span id="more-49"></span></p>
<h3 style="text-align:center;"><strong>&#8220;Eu vou cantar para você dormir&#8221;</strong></h3>
<p style="text-align:left;"><em>Natimorto</em> é praticamente um filme &#8220;em primeira pessoa&#8221;, ancorado no ponto de vista do agente. Permanecemos com ele quando a cantora sai, visualizamos apenas as lembraças dele e ­– consequentemente – compartilhamos com ele o peso cada vez mais maior do seu retiro. Da cantora, por sua vez, temos apenas o que é expressamente manifesto: suas palavras, seus gestos e sua presença. Tanto sua ausência quanto sua intimidade são preservadas (nada sabemos do que ela cala).</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/05/eterno6.gif"><img class="size-full wp-image-66 aligncenter" style="margin-top:25px;margin-bottom:25px;" title="Natimorto (2009)" src="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/05/eterno6.gif?w=497" alt=""   /></a></p>
<p>Nada mais acertado, portanto, que o recurso utilizado para apresentar sua &#8220;voz da pureza&#8221; (para usar palavras do agente): se temos contato com a arte dela por meio do filtro impressionista do protagonista, que pureza seria mais convicente que o próprio silêncio? Cada vez que ela canta, o que fica evidente não é o canto em si, mas a calmaria que ele lhe proporciona.</p>
<p>Calmaria, aliás, é algo raro no longa. A tensão reina do início ao fim e amadurece conforme o arranjo das personagens é posto à prova pelos altos e baixos de sua rotina. Garantir que esse amadurecimento transpareça nas atuações é, a propósito, um dos grandes desafios do filme.</p>
<p>Como sua personagem exige, Mutarelli começa desajeitado e artificial, como alguém que &#8220;fala como se escrevesse&#8221;, mascarando um temperamento rancoroso que só se despe do autopoliciamento nas agressões contra ela. Por sua vez, Spoladore administra uma doçura que desaparece conforme o mundo externo lhe apresenta possibilidades mais promissoras que o &#8220;regime semiaberto&#8221; ao qual se submeteu. Quanto menos ela &#8220;depende&#8221; do agente, mais ela faz valer sua privacidade no trato com ele.</p>
<h3 style="text-align:center;"><strong>&#8220;Eu só me vejo invertido&#8221;</strong></h3>
<p>Não há nada, porém, que chacoalhe mais a rotina de ambos do que aquilo que podemos considerar a coluna dorsal do filme: a crença do agente, logo compartilhada pela cantora, de que as fotos de advertência dos maços de cigarro de alguma forma se relacionam com as cartas do tarô. Como cada um fuma exatamente um maço por dia, as tentativas de ler a sorte nas mensagens de advertência norteiam-nos dia após dia, fornecendo as precauções e os temores que impedem que sua convivência reclusa se limite ao tédio e ao ócio.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/05/baratas1.gif"><img class="size-full wp-image-68  aligncenter" style="margin-top:25px;margin-bottom:25px;" title="Natimorto (2009)" src="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/05/baratas1.gif?w=497" alt=""   /></a></p>
<p>Advém daí, também, a principal motivação e o principal temor do protagonista. Seu grande anseio é livrar-se da decadência mundana, tendo como ideal a pureza dos natimortos. Para isso, providencia um útero (um quarto de hotel, depois uma banheira) e uma mãe (a cantora com quem o sexo se configura um tabu). Seu medo é personificar o enforcado. A cama vazia assume o papel da forca e, conforme a ausência da cantora se torna mais frequente, cada despertar traz um novo calafrio na contemplação dos maços.</p>
<p>Há quem possa afirmar que essa premissa da convivência de um casal entre quatro paredes tem fortes paralelos com longas do Arnaldo Jabor. Cuidado: <em>Natimorto</em> está para <em>Eu sei que vou te amar</em> como um delírio de Antonin Artaud está para uma vinheta de Hans Donner. A visceralidade que Mutarelli cultivava no <em>underground</em> continua plenamente reconhecível. Nessa travessia, sem fazer concessões, sua autenticidade resiste incólume. Permanece pura, como os natimortos.</p>
<h3 style="text-align:center;"><em><strong>Trailer</strong></em></h3>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://contraforma.wordpress.com/2011/05/24/natimorto-2009-entre-o-utero-e-a-forca/"><img src="http://img.youtube.com/vi/zBUQUHYlX1A/2.jpg" alt="" /></a></span>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/contraforma.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/contraforma.wordpress.com/49/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/contraforma.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/contraforma.wordpress.com/49/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/contraforma.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/contraforma.wordpress.com/49/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/contraforma.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/contraforma.wordpress.com/49/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/contraforma.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/contraforma.wordpress.com/49/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/contraforma.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/contraforma.wordpress.com/49/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/contraforma.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/contraforma.wordpress.com/49/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contraforma.wordpress.com&amp;blog=23369401&amp;post=49&amp;subd=contraforma&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://contraforma.wordpress.com/2011/05/24/natimorto-2009-entre-o-utero-e-a-forca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/2a4ce2016da261b8fb3e6aab2b2c88b9?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">cidvale</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/05/poster.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Natimorto (2009) - Pôster</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/05/eterno6.gif" medium="image">
			<media:title type="html">Natimorto (2009)</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://contraforma.files.wordpress.com/2011/05/baratas1.gif" medium="image">
			<media:title type="html">Natimorto (2009)</media:title>
		</media:content>
	</item>
	</channel>
</rss>
